Jepards – Entrevista

Os Jepards são uma banda oriunda de Fafe, porém, também vão estar por estas bandas com o seu rock e o seu novo álbum que traz o estilo e a eletricidade em cada uma das faixas. Aliam talento, bom-gosto e vontade de fazer aquilo que de melhor sabem fazer: Música. Boa música. Eis a entrevista.

1- Como explicam o surgimento da banda?
A Malfeito é uma associação cultural que organiza concertos punk em Fafe. Nós todos costumávamos e costumamos frequentar esses concertos. Num deles, mais especificamente numa matiné em que vieram os Panado, combinamos um ensaio para o dia seguinte na garagem do Zé Pedro. A partir daí as coisas desenrolaram-se aos pouquinhos.

2- O que significa Jepards? Equacionaram outros nomes?
É uma javardice, um termo exclusivo cunhado pelo Zé Pedro. Chegamos a ser os Three Jepards quando não tínhamos baixista. Depois mudamos só para Jepards.

3- O que deveria estar novamente na moda?
As Geox, o sapato que respira.

4- Primeiro carro?
Um Toyota Corolla de 93. Entretanto, foi vendido a peças.

5- Qual a mensagem que pretendem transmitir com os vossos temas?
Que se ouves Jepards és fixe! 🤠

6- Acham que a seleção vai fazer um bom mundial?
VAMOS GANHAR!

7- Ídolos musicais?
Apreciamos todos os artistas independentes que simplesmente fazem o que querem com o que tiverem à mão. São os nosso heróis.

8- O que compram obrigatoriamente numa ida ao supermercado?
Na lista de compras costuma existir sempre uma Monster Mango Loco e barras de proteína.

9- História inusitada?
Uma vez fomos tocar a Badajoz. Pouco tempo depois de arrancarmos, a temperatura do motor do carro começou a aumentar e não descia, tínhamos de parar a cada 15 min para o deixar arrefecer. Só quando chegamos a Coimbra é que arranjamos a solução de andar cheios de garrafões de água para ir pondo aos pouquinhos no radiador do carro. Foi uma boa lição de mecânica automóvel.

10- Filme de eleição?
O Shrek 2.

11- Se pudessem fazer uma música com um artista, qual seria e porquê?
Não fazíamos, não queremos manchar a reputação de ninguém.

12- Jogo favorito?
O Bully.

13- Têm outras profissões para além da música? Sim, desde a área de hotelaria até à informática.

14- Livros favoritos?
Não lemos, não temos os mínimos de literatícia.

15- Plano ideal de fim-de-semana?
Esplanada num bar da praia, com um concerto no fim do jantar.

16- Os vossos carros já chumbaram na inspeção ou já deixaram aquela nota no cinzeiro para o mesmo passar?
NUNCA!!

17- Qual o melhor concerto a que assistiram? Tocamos na mesma noite que os Máquina, no Barreiro, quando eles ainda estavam a começar. Eles partiram tudo, deu logo para perceber que iam ser grandes.

18- Tema mais desafiante a ser construído?
Talvez a As Lazy As It Gets. Existe um slide que usamos na guitarra que demorou a sair bem e a parte da bateria também tem um pequeno segredo. O nosso processo criativo é muito fluído, muito à base de jams por cima de alguma ideia que tenha sido trazida para um ensaio.

19- Uma palavra que defina o José Cid?
Polémico.

20- Preferem o Vingegaard ou o Pogaćar?
Dois trepadores excecionais, no entanto o Pogačar tem dominado.

21- O que esperam do Poço de Noção?
Uma grande diversão.

Fotografia: Mariana Silva.

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